quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Quanto Custa o ingresso para os Shows de Madonna no Brasil? Onde Comprar os Ingressos para os Shows no Rio e SP?


Madonna comemora seu aniversário com tounê. O parabéns para você já tem data, local e preço.




Os ingressos poderão ser comprados pela internet, no site http://www.ticketsforfun.com.br/, bilheterias oficiais, call center e pontos de venda. Só será permitida a compra de seis ingressos por CPF, para cada apresentação. A venda de meia-entrada também estará disponível no site.
Então minha gente, se preparem para a abertura da porteira, porque Rio e SP vai tremer! As vendas começam no dia 01 de setembro (show no Rio) e 03 de setembro (em SP). As entradas custarão entre R$ 160,00 e R$ 600,00. Se jogem!"D




ABERTURA DE VENDAS:

01/09/2008 – MARACANÃ – RIO DE JANEIRO

03/09/2008 – MORUMBI – SÃO PAULO


Foto

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

A pedra que me acertou (Parte II)

Nova semana iniciou com uma novidade no cotidiano: o clube dos cinco se separa.
Volto às aulas e descubro que não estou mais estudando com meus colegas de Jornalismo. Nesse semestre vou cursar matérias específicas de Publicidade, menos Comunicação Corporativa que farei a tarde. Pelo menos Britney e Vandinha ainda farão esta comigo e não me sentirei Collor de Mello. Gata chegou na quarta do velho continente. Quinta rolou o pagode “Solta essa porra”, e fui de bom grado. Foi aniversário do meu Anjo. Adoro ela. Todo o elenco da emissora estava lá! Muita gente “soltou a porra”. Sábado Megan quase quebrou uma PA!^^ Ela não anda nada bem. Dizem ser falta de sexo. Melhor chamar um Padre... Ou dar dois tapas na cara. Da última vez funcionou."D É sábado, minha musa fez aniversário, o presente é em dezesmbro. Finalmente vou ver a Gata. Muita felicidade ao revê-la. Continua a mesma, que bom. Linda, decidida, como sempre, e realizando suas metas de vida. Não lembro se já disse a ela o quando a admiro, ás vezes perdemos o momento de dizer certas coisas (Ela se joga, dá a cara sem medo). Muito brava minha amiga! Outros porém... Beonce chega, linda como sempre. Sinto meu ventre ferver. Elas levam meu Coração para a noite com elas. Não quero nem pensar... Ai como dói. Tento esquecer... ''(

Continua...


segunda-feira, 11 de agosto de 2008

A pedra que me acertou (Parte I)

Semana passada conheci um pessoal bem diferente. Eles são amigos do meu amigo Laerte, e com ele fizeram teatro (lá na Lona Cultural de Vista Alegre)... Deixa eu começar do início.
Estava eu fazendo a “figuração” de sempre, sábado passado, quando um click me fez pensar no Laerte, então liguei para ele: _ Amigo tô a fim de fazer algo, mas tô sem um puto, qual a boa?
Animado, como sempre, ele me chamou para passar em sua casa, onde rolava um churrasco para o Pai dele (era aniversário do velho), e para bebermos umas antes de partirmos para o aniversário de um amigo seu em Vista Alegre. Topei na hora, afinal não tinha opções para a noite. Após a misancene lá da casa dele partimos para Vila da Penha, onde encontramos o Breno. O carinha já chegou tocado e Laerte me advertia para entrar no clima dele, pois o povo que freqüentava o local é meio excêntrico e poderiam me discriminar se eu fosse careta, eu. Chegamos ao apê da Márcia, e a encontramos acompanhada do Tio e Mirele. Começaram a encenar e eu a duvidar se faria parte ou não do espetáculo. O Tio da Márcia falava e falava comigo (parecia um inquisidor), me enchia de perguntas que eu ora fingia não ouvir, ora respondia, ou sorria ou o olhava apenas... Ele estava começando a me irritar. No meio da neblina ele se levanta, pega minha mão e me arrasta para um dos quartos. Pânico! O quarto estava tomado de livros, e ele não parava de buzinar a necessidade da consciência negra, de trabalharmos em prol do senso coletivo, e blá-blá-blá... Aquela pele vermelha não me enganou nem um minuto! Ele me ofereceu dois livros: um era de Pierre Verger, acho que foi porque eu havia dito a ele que queria comprar um livro dele, sobre o cincletismo religioso brasileiro, mas que a porra do livro tá quase 200 contos. Então ele me receitou um genérico. O outro dei uma olhada de relance e não me lembro de quem era, só lembro que tinha alguma conotação política e qu'eu não estava com vontade de debater aquilo. Não naquele dia, não naquele cenário nublado em que a Alcione reinava. Talvez um dia eu também lance minha candidatura à presidência da República, mas não seria naquele sábado.
Finalmente os atores decidem ir para a festa, nos despedimos do Tio da Márcia. Porra esqueci o nome do velho! Em outro momento acho que vou gostar dele. Como eu não estava com bolsa, não levei os presentes. Terei que voltar pelo genérico. Na saída me lembrei com quem ele parece. É a cara do Clovis Bornay. Mirele dançava como que possuída e a exorciza-se. Parecia que estavam numa uma catarze coletiva, todos da casa. Seria a música da Marrom? Parece que todos gostam de ouvi-la. Marcia e Breno se atracam.
Peço mais uma canção, e vem o efeito afrodisíaco. Começo a me atracar com alguém do elenco, não consegui a estrela da peça. Pelo menos a cerveja estava gelada. Amanheceu e Alcione deixou de cantar e fomos para casa. A ressaca alvorecia a mente.
Sigo minha semana de figurante quando, na quinta, uma amiga do elenco de apoio me convida para o pagode “Solta essa porra”. Ela sempre me chama e eu sempre arranjo uma desculpa. Não gosto "dessa porra". Mas acabei indo, nunca se sabe quando encontraremos o contexto, cataram? Mas só encontrei Alice, perdida na Lapa e querendo dá um close no Aterro. Agora veja! Alertei que não é legal andar por lá áquelas horas, que essa Cidade não é nada Maravilhosa com os desavisados, ainda mais duas meninas do interior. Mas ela se foi com cara de quem não queria encontrar o caminho de casa. Alice queria se perder naquela noite. Faz cara, mas não é nada bobinha. E o pagode? Foi o erro! Bebi bastante e consegui suportar. E queriam que eu voltasse na sexta e sábado. Ai seria overdose! Ui! Quando chegou na sexta, vi a confirmação de Laerte no meu Orkut para um Vip no Cine. Salvação! Só um bate-estaca para me tirar daquela situação. Estava tudo maravilhoso até que no meio tum-tum-tum, ouvi Alcione gritar! Breno havia chegado e tudo nublou. Bocas foram beijas sem vontade e as que tive vontade não beijei. Uma Deusa, linda, saiu do pedestal, falou comigo, e eu inerte balbuciei algo indecifrável até para mim. Quem mandou ouvir a Alcione, droga! Acabei me atracando com o Breno, que pensanva que eu ia "soltar essa porra". Saímos da Carvena do Dragão ás 7 e blau! Beijo Laerte e Breno (puto), e vou para minha figuração de sábado. Entrei na cochia e tentei dormir enquanto o cenário estava sendo montado. Até quando?

Continua...

A Fábrica do Poema

Sonho o poema de arquitetura ideal
Cuja própria nata de cimento
Encaixa palavra por palavra, tornei-me perito em extrair
Faíscas das britas e leite das pedras.
Acordo;
E o poema todo se esfarrapa, fiapo por fiapo.
Acordo;
O prédio, pedra e cal, esvoaça
Como um leve papel solto à mercê do vento e evola-se,
Cinza de um corpo esvaído de qualquer sentido
Acordo, e o poema-miragem se desfaz
Desconstruído como se nunca houvera sido.
Acordo! os olhos chumbados pelo mingau das almas
E os ouvidos moucos,
Assim é que saio dos sucessivos sonos:
Vão-se os anéis de fumo de ópio
E ficam-me os dedos estarrecidos.
Metonímias, aliterações, metáforas, oxímoros
Sumidos no sorvedouro.
Não deve adiantar grande coisa permanecer à espreita
No topo fantasma da torre de vigia
Nem a simulação de se afundar no sono.
Nem dormir deveras.
Pois a questão-chave é:
Sob que máscara retornará o recalcado?


Adriana Calcanhotto
Composição: Adriana Calcanhotto / Waly Salomão

Versos que me cantaram e encantaram numa sexta

"Saia desta vida de migalhas
Desses homens que te tratam
Como um vento que passou

Caia na realidade, farda
Olha bem na minha cara
Me confessa que gostou
Do meu papo bom
Do meu jeito são
Do meu sarro, do meu som
Dos meus toques pra você mudar..."

Mulher Sem Razão
Adriana Calcanhotto
Composição: Bebel Gilberto / Cazuza / Dé Palmeira

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

A pedra que me acertou (Prefácio)

Certa vez uma professora muito louca, e na mesma proporção sabia, disse que para escrevermos bem uma crônica devemos buscar a pedra lançada em água serena. As ondulações provocadas pela pedra representam o texto, e o centro das ondulações, onde a pedra caiu, o argumento. E que após estabelecermos nossa motivação inicial, nossa pedra fundamental, poderemos escrever sobre tudo que nos vier à telha, pois tudo estará permitido.
Então seguindo o que a mestra ensinou me ponho a escrever sobre a pedra que me acertou.
Hoje foi mais um daqueles dias broxantes. Fui novamente fazer figuração no meu trabalho. É isso mesmo, figuração! Há meses venho pedindo para ser demitida e não me demitem, e não há trabalho algum a ser feito que justifique a minha retenção a empresa. Tudo bem que tendo ou não trabalho, eu não tenho trabalhado mesmo. É que não agüento mais aquilo e acho que ficar com um funcionário desmotivado é dar tiro no pé. Mas porra! Fazer eu ir até lá, ficar olhando monitor, suportar conversas, que de tantas ás vezes que foram repetidas tornaram-se insuportáveis aos meus ouvidos, ai, não. E o pior é que nem podemos usar a internet. NÃO PODE, mas há que use assim mesmo... O strees chegou a tal nível que qualquer palavra ou gesto descuidado, pode ser a fagulha da grande explosão. Mas todos são muito amigos e cordiais, aparentemente... Já cheguei puta para a farsa, porque meu domingo foi horrível. Sem Netgato, fiquei refém do Criança-Esperança, e não pude evitar de pensar nos boatos que circulam na net sobre o programa: que o projeto é utilizado pela emissora para dedução do seu imposto de renda.“Você está pagando imposto da Rede Globo!”, dizem. O fato é que depois de encerrada a parceria com a Unicef, ela começou a dar informações que foram omitidas ao longo desses anos do projeto. Caros, de cinco em cinco minutos, eles lembram em que será ou foi usado o dinheiro, que a doação não pode ser usada como dedução fiscal... Ora, verdade ou não, ficou bem mais claro ao público o que eles fazem com o dinheiro arrecadado, depois que a Globo firmou parceria com a Unesco (apatir 2004). Mas antes, o período da antiga parceira, continua um breu. E também é fato que a emissora fatura milhões com os anunciantes do programa. Parece que todo mundo sai ganhando. Enfim, minha vizinha me socorre: Ela me emprestou cinco DVD’s, um original e quatro piratas. O original tava dez, Ana Carolina, Estampado. O segundo que coloquei tava meia-bomba, Ana Carolina e Seu Jorge, mas o terceiro, Dois Quartos, não deu. Até que insisti, mas não rolou. Os Outros dois eram Maricotinha e Tempo, tempo, tempo, mas Bethânia se recusou a passar por isso. Já no desespero, a esperança: entra a MTV! Porra! RockGol! Fazê o que? Assisti. Melhor que ver o Campeonato Brasileiro. Pelo menos é mais divertido. Heheh... Depois entrou uns enlatados americanos, zapiei... Nas outras emissoras os genéricos brasileiros gritavam. Peguei a Lili, minha cachorrinha, e fomos dormir. Preciso de sexo!


Continua...


Tributo a Profª Maria da Conceição Gonçalves do Couto Netto, vulgo Conceiça.

foto: Fabio Barbosa

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Onde ele está?

Por onde anda nosso Alcaide? Alguém sabe? Alguém viu? O que sabemos ao certo é que a desordem continua, que o barco da administração pública está à deriva e que o Capitão largou de mão o timão, deixando sua tripulação a ver navios e a contabilizar os náufragos da dengue. Ele defende sua nau administrativa dizendo que a culpa foi do Almirante da frota da saúde nacional ou do Comandante do Estado-Maior, que não teriam liberado verbas para a prevenção da epidemia - prevista desde 2006, como as anteriores - e que agora assola a cidade. Mas não explica o que fez com a verba de R$ 18 milhões que o Ministério da Saúde destinou, em 2006, para que a prefeitura do Rio aplicasse em vigilância sanitária.
Logo ele, "um dos melhores administradores do Brasil", que sonha com o Estado-Maior, se exime da responsabilidade das mortes por dengue ocorridas na cidade este ano e culpa outros para camuflar sua incompetência de gerir a crise epidêmica, de mais de 145.350 mil casos de dengue, onde 109 óbitos foram confirmados. Dizem que está escondido em sua "cabine", de onde dá dicas, por e-mail, a sua tripulação de como se prevenir da picada do Aedes aegypti: “Usem repelente!”; “Eu só uso agasalho e calça comprida!” Como assim?! Até o dia 25/03, pelo menos 37 casos de dengue já haviam sido registrados entre os agentes comunitários, onde os mesmos alegaram não estarem recebendo os itens de proteção individual, como o repelente, da prefeitura. Em resposta por e-mail, o Prefeito Maluquinho, como também é conhecido, teria dito que os repelentes são destribuídos dependendo das condições do local, como locais com larvas e água parada... Mas eu pergunto, se tiver mosquito que problema há?
Ele teria dito ainda que "A dengue existe há mais de 100 anos, e o Brasil conviverá com a doença até que você tenha uma situação urbana de assepsia total, ou se o Brasil se tornar um país de clima temperado.” Como a França?
Seria bom se ele, a quem foi dada a patente de Capitão, pelos mesmos que agora sofreram ou sofrerão com a doença, retome o comando da embarcação pública volte a adminstrar, que é o que se espera de quem está no seu posto, pois a maré não está boa, é ano eleitoral e nós cariocas estamos fartos deste carnaval administrativo e queremos curtir nossa cidade em paz hum. "{


Enquanto isso a cidade esta às moscas e só nos resta apelar aos Orixás!

Wally